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22/07/2011

Cahuita

 Parque Nacional de Cahuita, Costa Rica.


Esta área silvestre, transformada em parque nacional em 1978, perfaz 1.067 hectares de mata nativa, 600 hs de arrecife coralino e 22.400 hs de oceano.
Ponteados em 8,3 km de trilha maravilhosa do povoado de Cahuita à estrada que dá acesso a Puerto Viejo, na Costa Rica.
A entrada vale dois dólares (ou mil colones), e são 20 minutos de ônibus para chegar lá.














20/07/2011

A costa rica de Puerto Viejo

Playa de Cocles

No sul do caribe costa riquenho estão as praias mais espetaculosas que encontrei até agora.
Uma boa base é Puerto Viejo, de onde se pode facilmente chegar aos paradisíacos Parque Nacional Cahuita e Refúgio Gandoca-Manzanilo.
Afinal, estamos falando de um pais que estabeleceu um modelo mundial de gestão de unidades de conservação, que aqui resulta em quilômetros de trilhas por áreas preservadas de praia com arrecifes de coral, floresta e muita vida silvestre.
Uma opção de hospedagem é o hostel Rocking J’s. Uma rede honesta sai por 7 dólares ao dia, literalmente na boca da praia, com cozinha comunitária e internet.
Abaixo algumas praias do lugar, cuja paisagem me lembra muito a baiana e querida Moreré.

Rockn J's: uma rede por 7 dólares

Playa Negra
Playa Chquyta
Playa de Mesanllo
Punta Uva

Puerto Vejo
E a maioria das trilhas entre as praias é assim, ó

17/07/2011

Retratos de San Jose

Cenas de tarde no centrão de San Jose, capital da Costa Rica. 



















12/07/2011

Revolução sandinista

Museu da Revolução (FSLN) -  Leon,  Nicaragua


Leon foi a base de resistência à ditadura na Nicarágua.
Não é de espantar, então, que a fachada do atual museu da revolução, no centro da cidade, esteja até hoje cravada de balas.
Estamos falando de 65 mil mortos, numa guerra civil que não terminou com o fim do governo militar.
Segundo dados do vitimário "De re Militari", foram 35 mil mortos entre 1972 e 1979 – ano em que a Frente Sandinista de Liberação Nacional (FSLN) ocupou o palácio presidencial e depôs Anastasio Somoza Debayle, terceiro num clã familiar de ditadores que ocupou o poder por 45 anos.
Daí até 1991, foram mais 30 mil mortos durante o período da chamada contra-revolução. À época, a administração do então presidente americano Ronald Reagan não tolerou o alinhamento dos sandinistas à Cuba, e financiou e armou os batizados Contras com vistas a derrubar o governo liderado por Daniel Ortega, - atual presidente do país.
Dos 65 mil mortos, 35 mil eram civis e 30 mil combatentes.
E nunca é demais dar ao conflito a proporção que de fato teve, levando em conta uma população total de 5,7 milhões de habitantes.
Afinal, é mais de uma morte para cada grupo de 100 pessoas.
E se a mesma proporção valesse para o combate à ditadura no Brasil, estaríamos falando em mais de 1,5 milhão de conterrâneos mortos.
Abaixo algumas fotos do conflito na Nicarágua, expostas no museu da FSLN em Leon.