17/07/2011

Retratos de San Jose

Cenas de tarde no centrão de San Jose, capital da Costa Rica. 



















12/07/2011

Revolução sandinista

Museu da Revolução (FSLN) -  Leon,  Nicaragua


Leon foi a base de resistência à ditadura na Nicarágua.
Não é de espantar, então, que a fachada do atual museu da revolução, no centro da cidade, esteja até hoje cravada de balas.
Estamos falando de 65 mil mortos, numa guerra civil que não terminou com o fim do governo militar.
Segundo dados do vitimário "De re Militari", foram 35 mil mortos entre 1972 e 1979 – ano em que a Frente Sandinista de Liberação Nacional (FSLN) ocupou o palácio presidencial e depôs Anastasio Somoza Debayle, terceiro num clã familiar de ditadores que ocupou o poder por 45 anos.
Daí até 1991, foram mais 30 mil mortos durante o período da chamada contra-revolução. À época, a administração do então presidente americano Ronald Reagan não tolerou o alinhamento dos sandinistas à Cuba, e financiou e armou os batizados Contras com vistas a derrubar o governo liderado por Daniel Ortega, - atual presidente do país.
Dos 65 mil mortos, 35 mil eram civis e 30 mil combatentes.
E nunca é demais dar ao conflito a proporção que de fato teve, levando em conta uma população total de 5,7 milhões de habitantes.
Afinal, é mais de uma morte para cada grupo de 100 pessoas.
E se a mesma proporção valesse para o combate à ditadura no Brasil, estaríamos falando em mais de 1,5 milhão de conterrâneos mortos.
Abaixo algumas fotos do conflito na Nicarágua, expostas no museu da FSLN em Leon.













11/07/2011

Leon



Enquanto Ouro Preto era fundada, Leon já tinha 187 anos.

Já havia sido, inclusive, destruída pela erupção do vulcão Momotombo, em 1609, e reerguida ao norte do Lago Xolotlán como capital da Nicaragua.

Aqui está a primeira e mais importante universidade do país, a maior catedral da Centroamerica e oito estruturas vulcânicas cravadas na sinuosa cordilheira de Los Maribios. isso sem falar nas praias de Poneloya e Las Peñitas, situadas no pacífico a coisa de 30 minutos de ônibus do centro da cidade. 

Principal base de resistência à ditadura de Somosa, que levou à uma guerra de 50 mil mortos, é, enfim, ponto obrigatório para quem quer conhecer o país e sua gente. 


Abaixo algumas fotos desta cidade de 150 mil habitantes, - e que certamente será tema dos próximos posts deste blog.


A catedral pelos olhos do norueguês gente boa Kjartan




09/07/2011

Praia de El Remanso


Oceano pacifico, Nicarágua.

07/07/2011

Chegando a San Juan Del Sur


Abaixo, fotos e panorâmica de 30 segundos de San Juan Del Sur, ponto de surfe no oceano pacifico da Nicarágua.



Fotos







05/07/2011

Granada

Granada e o "mar doce" do lago Nicarágua, um dos 20 maiores do mundo

Esta é Granada, cidade mais antiga da América Central.
Fundada em 1524, a “ Gran Sultana” é considerada um dos melhores pontos de partida para quem quer rodar a Nicarágua.
Está a apenas 40 km da capital Managua, a 50 km do oceano pacifico e a 90 km da fronteira com a Costa Rica.  
Aqui você encontra também boas opções de hospedagem.
As mais badaladas – entre as baratas - são os hostels The Bearded Monkei e La Libertad, ambos com dormitórios a 5 dólares e a três quadras do parque central.
Acabei hospedado no Hostel Casa Abierta, após conhecer o italiano e buena onda Fillipo -, que abriu o espaço ha três meses em busca de uma mudança radical na vida.
Por 3 dólares – a diária mais barata da cidade -, você pode escapar do esquema turismão e conhecer um monte de artesãos que hospedam-se por aqui. Além de poder desenhar e escrever poemas na parede, num espaço livre e sem frescura.
A comida também é baratinha, e recomendo demais o cerdo com yuca (carne assada com mandioca cozida e salada de repolho), servido por 2 dólares nos quiosques do Parque Central. Os vegetarianos podem trocar a carne por ovos e queijo, pelo mesmo preço.
E olha:










01/07/2011

Partindo no Che